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dc.contributor.advisorNaves, Gabriela
dc.contributor.authorSilva, Pedro Henrique
dc.contributor.authorAndrade, Anna Kelly
dc.date.accessioned2023-10-02T01:31:47Z
dc.date.available2023-10-02T01:31:47Z
dc.date.issued2023-07-10
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/21119
dc.description.abstractA presente pesquisa busca estudar a responsabilidade jurídica do fornecedor do material genético para a reprodução humana assistida, uma prática que vem crescendo cada vez mais no Brasil, pois traz grandes possibilidades concretização do planejamento familiar por parte de casais homoafetivos, e nos remete a reflexões de quais são os desdobramentos fáticos e jurídicos e o que a inseminação artificial doméstica pode causar no mundo jurídico, especificamente no Direito de Família, uma vez que há uma omissão e desatualização legislativa acerca do tema e aos fatos que acontecem no cotidiano, a fim de compreender as evoluções que tornaram possível tal situação na sociedade, bem como a dificuldade resultante dessa lacuna jurídica de reconhecimento dos filhos advindos pela prática. Essa técnica utilizada acarreta em uma discursão jurídico-moral diante dessa inexistência de regulamentação legal e pode gerar grande insegurança para aqueles envolvidos no método caseiro. A discursão ainda pode se alongar quando comparamos esse conceito tradicional de família e as novas modificações da sociedadept_BR
dc.subjectOmissãopt_BR
dc.subjectLegislaçãopt_BR
dc.subjectInseminaçãopt_BR
dc.subjectCaseirapt_BR
dc.titleA POSSIBILIDADE JURÍDICA DO REGISTRO DE FILHO ADVINDO DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL CASEIRApt_BR


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