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dc.contributor.advisorSilva, Alexander
dc.contributor.authorBorges, Ana Flávia
dc.date.accessioned2023-09-30T16:46:13Z
dc.date.available2023-09-30T16:46:13Z
dc.date.issued2021-12-10
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/21025
dc.description.abstractConhecer as duas versões de um delito é fundamental. A Lei Maria da Penha, é um direito subjetivo à vítima, ou seja, apenas a palavra da mulher importa. Deve-se mencionar que com o amparo de um direito outro é deteriorado. Esta pesquisa tem como objetivo apresentar as duas faces de um crime. No trabalho apresentado, se trata da figura do homem e da mulher. Quando se trata da figura masculina, podemos mencionar as prisões indevidas, entrando assim, no erro judiciário. Ao se falar da mulher, vale ressaltar, aquelas que não recebem o devido amparo legal, seja por medo, falta de instrução ou ainda, preconceito por parte da autoridade recebedora da denúncia. Adentraremos no paradigma feminista, criminologia feminina, incluindo fases desde o período medieval até o atual.pt_BR
dc.subjectCriminologiapt_BR
dc.subjectFeminismopt_BR
dc.subjectErropt_BR
dc.subjectJudiciáriopt_BR
dc.titleA FRAGILIDADE DA LEI MARIA DA PENHA NO TOCANTE À APLICAÇÃO DAS MEDIDAS PROTETIVASpt_BR


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