| dc.description.abstract | Este artigo trata da violação dos direitos humanos no amparo à saúde mental no Brasil. Por meio de
levantamento histórico bibliográfico percebe-se o vínculo do imaginário sobre o doente mental no Brasil,
atrelado à personificação de um quase humano, não detentos de direitos básicos. Com o estudo das
políticas públicas de saúde mental percebe-se o caminho da humanização do atendimento a essas
pessoas e a ligação imprescindível de oferta de amparo em saúde mental e o respeito aos direitos
humanos. O artigo finda com a apresentação de recentes mudanças nas regulamentações das políticas
públicas em saúde mental que são preocupantes por estimulação do amparo no modelo manicomial,
que fere drasticamente os direitos humanos. | pt_BR |