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dc.contributor.advisorRODRIGUES, Paula Duarte Tavares
dc.contributor.authorGOMES, Helma Íris Sá de Castro
dc.date.accessioned2024-07-11T14:27:23Z
dc.date.available2024-07-11T14:27:23Z
dc.date.issued2024-06-14
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/22083
dc.description.abstractEste estudo investigou as implicações da Reforma Trabalhista (Lei 13.467/17) sobre as condenações por litigância de má-fé no contexto do Direito Processual do Trabalho brasileiro. Diante da necessidade de modernizar as relações de trabalho e reduzir a litigância abusiva, a reforma incorporou na CLT disposições que anteriormente eram aplicadas de forma subsidiária pelo Código de Processo Civil. Utilizando uma metodologia indutivo-descritiva, o estudo analisou legislações, jurisprudências para avaliar a eficácia das alterações legislativas. Os resultados indicam uma redução nas demandas trabalhistas e uma moderação nas reivindicações após a reforma, sugerindo que as mudanças podem ter desencorajado práticas processuais desonestas. A pesquisa conclui que a reforma fortaleceu o arcabouço legal contra a litigância de má-fé e chama atenção para a importância de monitorar continuamente os efeitos dessas mudanças, propondo a realização de estudos futuros que explorem a aplicação da lei em diferentes contextos e entre diversos grupos de trabalhadores.pt_BR
dc.subjectDireito Processual do Trabalhopt_BR
dc.subjectLitigância de má-fépt_BR
dc.subjectReforma Trabalhistapt_BR
dc.titleA LITIGÂNCIA DE MÁ FÉ DENTRO DO PROCESSO APÓS A REFORMA TRABALHISTApt_BR


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