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dc.contributor.advisorANDRADE, Gleidson Henrique Antunes de
dc.contributor.authorVIEIRA, Glaupe Moábia Cunha
dc.date.accessioned2019-12-26T00:09:51Z
dc.date.available2019-12-26T00:09:51Z
dc.date.issued2017
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/8310
dc.description.abstractO presente trabalho compreende um estudo da execução dos direitos sucessórios nas relações de concubinato e união estável. Para tal, de início analisa a união estável e o concubinato, bem como a evolução histórica, principalmente com a chegada da Constituição Federal de 1988. Em ato contínuo, aprecia-se um paralelo entre os direitos de sucessão do companheiro com os direitos disponibilizado aos cônjuges. Diante disso, faz-se uma crítica aos direitos sucessórios da união estável, bem como a união concubinária a luz do Código Civil de 2002 em consonância ao princípio da isonomia, bem como ao principio da dignidade da pessoa humana, pois com o advento da Constituição Federal de 1988, foi reconhecida a união estável como entidade familiar, mais tarde adotada pelo regime patrimonial e jurídico das Leis 9.278/96 e 8.971/94, com disciplina pelo Código Civil de 2002.pt_BR
dc.subjectConcubinária,pt_BR
dc.subjectCompanheiros,pt_BR
dc.subjectUnião Estável,pt_BR
dc.subjectDireito Sucessório,pt_BR
dc.subjectDignidade da Pessoa Humana,pt_BR
dc.titleUNIÃO ESTÁVEL E CONCUBINATO: RECONHECIMENTO DA RELAÇÃO CONCOMITANTE AO CASAMENTO COMO CONCUBINATO E A JURISPRUDÊNCIA DO ESTADO DE GOIÁSpt_BR


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