| dc.contributor.advisor | Moura, Kleber Torres de | |
| dc.contributor.author | SOUZA, GUILHERME RODRIGUES DE | |
| dc.contributor.author | ALVES, RODRIGO JÂNIO DA COSTA | |
| dc.date.accessioned | 2023-12-27T22:53:12Z | |
| dc.date.available | 2023-12-27T22:53:12Z | |
| dc.date.issued | 2023-12-12 | |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/21369 | |
| dc.description.abstract | A presente pesquisa trata acerca da discussão que gira em torno da constitucionalidade ou
não do requisito da confissão formal e consubstanciada exigida para a propositura do acordo de não
persecução penal. O objetivo geral da pesquisa pretende analisar se a exigência da confissão formal e
consubstanciada para a propositura do acordo de não persecução penal, conforme previsto no artigo
28-A do CPP, é ou não constitucional. Os objetivos específicos pretendem observar a justiça negocial
brasileira atreladas aos seus institutos em vigência no ordenamento jurídico brasileiro; analisar o
acordo de não persecução penal como instituto negocial da justiça criminal brasileira e; por fim,
verificar aspectos favoráveis e contrários à constitucionalidade do acordo de não persecução penal. A
problemática da presente pesquisa se origina a partir da seguinte indagação: A exigência da confissão
formal e consubstanciada para a propositura do acordo de não persecução penal é ou não
inconstitucional? A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, valendo-se de um viés qualitativo
e descritivo. A justificativa, no entanto, encontra-se devido a relevância social e jurídica da temática. Os
principais autores utilizados foram Cunha (2020), Castro (2020), Cabral (2021) e Souza (2020).
Conclui-se que o acordo de não persecução penal em evidência no sistema processual penal brasileiro
em vigência, não viola a Constituição Federal de 1988. | pt_BR |
| dc.subject | Acordo de Não Persecução Penal. Confissão. Constitucionalidade. Justiça Negocial. Processo Penal. | pt_BR |
| dc.title | CONFISSÃO FORMAL E CIRCUNSTANCIADA NO ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL: ANÁLISE QUANTO A SUA (IN)CONSITUCIONALIDADE | pt_BR |