| dc.description.abstract | Este artigo tem como objetivo estudar, conforme o título bem indica, Semeando Gaia: as
interfaces entre a Teoria de Gaia, as queimadas na Amazônia e o direito internacional público
ambiental. Tendo em vista a imprescindível necessidade de políticas públicas ambientais diante
da crise ambiental mundial que assola o planeta Terra, propõem-se reflexões de extrema
relevância para a questão ambiental, colocando em evidência as queimadas da floresta
Amazônica no ano de 2019 a 2021 e os seus impactos ambientais e as suas consequências
perante as abordagens da teoria de Gaia e do Direito Internacional Público Ambiental. A Teoria
de Gaia afirma-se que a Terra pudesse ser metaforicamente considerada um “superorganismo”
com o objetivo da manutenção de um equilíbrio e de condições sempre favoráveis para a
existência de vida. Abordou-se também o enfoque sob o aspecto do direito internacional público
ambiental, que trata da efetividade do direito ambiental e da eficácia de políticas públicas neste
cenário, manifesta-se como plausível que o sistema legal internacional possa revigorar as
políticas nacionais em face das intensas demandas para a questão ambiental. No momento atual,
o planeta Terra passa por enfrentamento de uma grande problemática ambiental, no que se
refere às queimadas e aos desmatamentos da floresta amazônica. Esses acontecimentos têm
causado desastrosos impactos ambientais com graves consequências não só no Brasil, mas em
todo o mundo. Estudos contemporâneos mostram que são imprescindíveis e emergentes as
mudanças eficazes, pois a situação ambiental vivenciada no planeta poderá chegar a um
resultado irreversível pelas consequências destes feitos. Aborda às problemáticas globais do
meio ambiente na busca por repostas as demandas ambientais emergentes. Em relação à
metodologia, a técnica de pesquisa utilizada é bibliográfica, com ideias nacionais e estrangeiras
sobre o tema. Observou-se a necessidade de debater os primórdios da crise ambiental no Brasil
e no mundo e os efêmeros recursos subsistentes no meio ambiente, insuficientes para a demanda
social | pt_BR |