| dc.contributor.advisor | Moreira, Humberto Graner | |
| dc.contributor.author | Lima, Ana Marina Silva | |
| dc.contributor.author | Venâncio, Isabella Mesquita | |
| dc.contributor.author | Souza, Martinely Ribeiro de | |
| dc.contributor.author | Bittar, Nathalia Aidar | |
| dc.contributor.author | Silva, Nathalia Tavares da | |
| dc.date.accessioned | 2018-10-02T21:00:04Z | |
| dc.date.available | 2018-10-02T21:00:04Z | |
| dc.date.issued | 2018-06 | |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/427 | |
| dc.description.abstract | A Síndrome Coronariana Aguda (SCA) é a manifestação mais comum e potencialmente fatal
das doenças cardiovasculares. As técnicas atualmente usadas para reversão do quadro são as
intervenções coronarianas percutâneas (ICP) e cirúrgicas (CRM), que apresentam perfil de
morbimortalidade especifico. O objetivo do estudo é descrever a tendência de mortalidade em
pacientes com SCA submetidos a procedimentos de revascularização miocárdica de urgência
no Brasil. Os dados referentes as internações hospitalares e mortalidade foram obtidos no
banco de dados do Sistema Único de Saúde (DATASUS) e categorizados por região brasileira
e ano de procedimento, no período de 2008 a 2016. As taxas de mortalidade foram tabuladas
e analisadas em forma de gráficos com análise de tendência, contendo o coeficiente de
determinação (R2). Foram realizados 473.079 procedimentos de revascularização miocárdica,
sendo 78,2% por ICP e 21,8% por CRM. Houve um aumento no número de procedimentos de
ICP de 98%, embora a mortalidade tenha permanecido estável. Os procedimentos de CRM
também aumentaram 28%, mas a mortalidade diminuiu de 8% para 6%. Observou-se
disparidades entre regiões brasileiras: em 2016, a mortalidade dos pacientes submetidos a ICP
foi menor no Sudeste (3,1%) e maior no Nordeste (5,8%). A região Sudeste também
apresentou a menor taxa de mortalidade por CRM (5,7%), enquanto o Centro-Oeste
apresentou maiores taxas (7,8%). Apesar do aumento no número de procedimentos de
revascularização miocárdica de urgência, a taxa de mortalidade por ICP permaneceu estável e
por CRM diminuiu significativamente, sendo observada grande heterogeneidade de resultados
entre as regiões do país. | pt_BR |
| dc.subject | Síndrome Coronariana Aguda | pt_BR |
| dc.subject | Revascularização Miocárdica | pt_BR |
| dc.subject | Doença Arterial Coronariana. | pt_BR |
| dc.subject | Angioplastia | pt_BR |
| dc.subject | Intervenção Coronária Percutânea | pt_BR |
| dc.subject | Mortalidade. | pt_BR |
| dc.title | TAXA DE MORTALIDADE DE PACIENTES COM SÍNDROME CORONARIANA AGUDA SUBMETIDOS A PROCEDIMENTOS DE REVASCULARIZAÇÃO MIOCÁRDICA DE URGÊNCIA | pt_BR |