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dc.contributor.advisorJACINTO, Rogério Vieira
dc.contributor.authorPIMENTA, Núbia Cristina A.
dc.date.accessioned2026-07-08T19:21:32Z
dc.date.available2026-07-08T19:21:32Z
dc.date.issued2004
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23863
dc.description.abstractQuando se questiona a visão que Platão tem sobre o amor logo lembrando-nos de seu relacionamento com o "O Banquete, (PLATÃO, O Banquete, 1991), seria interessante que neste, a princípio, definimos o motivo de tal intitulação.Banquete literalmente falando seria um jantar coletivo, aqui mais caberia uma situação pós-jantar ou pós-refeição mais propriamente dito onde havia o simpósio, que na realidade era 'bebida' em conjunto acompanhado das mais variadas diversões, entre as quais as competições literárias.Como sabemos Platão em seus diálogos, tem por personagem principal seu tutor Sócrates, um filósofo que só conhecemos através de Platão, pois ele mesmo não nos deixou nada registrado fato que leva alguns historiadores a afirmarem que o mesmo não passa de um fruto da imaginação de Platão.Segundo Aristóteles foram Hesíodo e Parmênides os primeiros a sugerirem que o Amor é uma força que move todas as coisas e as mantêm unidas. No entanto, podemos afirmar que é a Platão que devemos o legado da primeira investigação filosófica sobre o amor.pt_BR
dc.subjectJantar coletivopt_BR
dc.subjectSimpósiopt_BR
dc.subjectInvestigação filosóficapt_BR
dc.titleUMA INTERPRETAÇÃO DO AMOR EM "O BANQUETE" DE PLATÃOpt_BR


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