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    A FELICIDADE NA ÓTICA ARISTOTÉLICA

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    TCC - 2006 - MARIA PATRICIA LOPES.pdf (1.255Mb)
    Date
    2006
    Author
    LOPES, Maria Patrícia
    Metadata
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    Abstract
    Esta monografia apresenta a tese de que a felicidade é o bem supremo e que foi sustentada várias vezes ao longo da história do pensamento ético. Foi Aristóteles quem primeiro sustentou que é o mais alto dos bens e que todos os homens almejam à felicidade.As opiniões se divergem quanto à definição de felicidade e a maioria das pessoas pensa que se trata de algo como honra, riqueza e prazer, ou seja, muitos consideravam a honra, riqueza e o prazer como sendo a felicidade, mas Aristóteles vem dizer que todos são meios e não fins, isso nos leva a uma falsa felicidade e não o que ele denomina de sumo bem. Os gregos chamavam de felicidade e de eudaimonia.O prazer para Aristóteles vem acompanhar a atividade do conhecimento, e que os prazeres verdadeiros estão ligados à atividade contemplativa. A riqueza basta ter o suficiente para uma vida saudável. A honra é algo exterior a nós, é concedida a nós por terceiros, ao passo que deveria ser algo intrínseco.O fim para qual caminha a ação humana deve ser um fim último, um bem em si que é buscado por ele mesmo, o desejamos sem o interesse de outro algo.Aristóteles se refere a felicidade como uma atividade que é peculiar, própria do homem, atividade da nossa mente, do intelecto, da razão, ou seja, através da contemplação.Felicidade é agir de acordo com o meio termo, a virtude é a mediania, ou seja, em equilíbrio. Grande parte da felicidade do ser humano está confiada a sua liberdade livre no sentido de deliberar, refletir... e também precisa ter amigos, pois a amizade é uma das mais fortes necessidades da alma, amiga da nossa mente.
    URI
    http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23819
    Collections
    • Filosofia

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