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dc.contributor.advisorVASCONCELOS, Paulo Henrique Castanheira
dc.contributor.authorSILVA, Adalgisa Maria da
dc.date.accessioned2026-07-06T21:43:08Z
dc.date.available2026-07-06T21:43:08Z
dc.date.issued2002
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23808
dc.description.abstractA palavra liberdade em todos os âmbitos da vida é muito almejada. A humanidade está constantemente em busca da felicidade e para atingi-la é necessário ser livre, pois a liberdade é o meio para atingir a felicidade.Rousseau no Contrato Social propõe que a liberdade só depende do retorno ao homem natural, o homem primitivo, pois a evolução é que corrompe a liberdade do homem que já é por natureza um ser livre. A humanidade perde a sua liberdade ao ter que submeter-se a regras, a obedecer leis governamentais, a disputar bens, esse combate humano tira a liberdade natural.Todos têm um projeto fundamental de vida, querendo ser livres para realizá-lo. E é na sua execução que se exercita a liberdade. É quando o indivíduo está mais exposto do que nunca à insegurança, porque entra mais profundamente em seu interior. No imediato de nossos atos singularizados tem-se mais contato com o projeto fundamental de vida do que com a liberdade, vive-se cercado de muralhas, de leis normas, prescrições, regras de conduta, instituições, conselhos, que visam amparar o projeto de vida. No entanto, o seu situar-se no mundo, seu relacionar-se com os outros, seu estar bem consigo mesmo, é tarefa e obra da liberdade. Buzzi argumenta que: "O conhecimento das leis das coisas permite-nos dominá-las e assim, longe de prejudicar a nossa liberdade, o mecanismo torna-a eficaz".pt_BR
dc.subjectMuito almejadapt_BR
dc.subjectBusca da felicidadept_BR
dc.subjectNossa liberdadept_BR
dc.titleLIBERDADEpt_BR


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