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dc.contributor.advisorVASCONCELOS, Paulo Henrique Castanheira
dc.contributor.authorFERREIRA, Sandra Aparecida Pimenta
dc.date.accessioned2026-07-06T21:40:01Z
dc.date.available2026-07-06T21:40:01Z
dc.date.issued2002
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23807
dc.description.abstractPretende-se com este trabalho tratar, resumidamente, da felicidade, que é um anseio do homem, ou seja, é algo que todo e qualquer ser humano está buscando como fim último, e especificamente, perceber a felicidade na concepção de Santo Agostinho. Aurelius Augustinus (Santo Agostinho) nasceu em 13 de novembro de 354 em Tagaste. Vai para Cartago, para receber educação liberal. Como na sua juventude, Agostinho só pensava em prazeres e sucessos materiais, era rebelde. Para que chegasse à conversão, além dos livros platônicos, lera também as cartas de São Paulo. Em 391 o bispo Valério propôs à assembleia a escolha de um coadjutor para as funções sacerdotais. Imediatamente o povo gritou: "Agostinho presbítero!". Aos 41 anos foi consagrado bispo e morreu em 430.A felicidade será ressaltada em três capítulos: no primeiro capítulo a felicidade será conceituada segundo as definições dos filósofos Tales, Demócrito, Platão, Aristóteles e Kant. No segundo capítulo, poder-se-á perceber a Vida de Agostinho e a felicidade no amor, na caridade e com paz de espírito, observando qual é o caminho para a felicidade. E, no terceiro capítulo, será realizada uma análise de como e o que é a felicidade na atualidade, e será exposta uma pesquisa realizada para podermos perceber o que é ressaltado como felicidade em nossos dias.pt_BR
dc.subjectFelicidadept_BR
dc.subjectSucessos materiaispt_BR
dc.subjectLivros platônicospt_BR
dc.titleFELICIDADE EM SANTO AGOSTINHOpt_BR


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