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    MORTE

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    2002 - TCC - REGILAINE PATRÍCIA DA SILVA.pdf (1.296Mb)
    Date
    2002
    Author
    SILVA, Regilaine Patrícia da
    Metadata
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    Abstract
    Este trabalho pretende apresentar uma contribuição para a solução ou para a minimização do medo que muitas pessoas têm da morte.A arte de existir é que morrer será sempre, a arte de amar. Na medida em que aprendemos a amar é que estaremos nos preparando para o mergulho final nesta Pátria de Desconhecido que é a morte. Enfim, nascer, florescer e morrer, mas não sem antes ter vivido, mas não sem antes ter amado.Cada religião tem uma forma diferente de ver e aceitar a morte. No entanto, segundo a opinião de todas, essas formas de ver a morte, não só ajudam a viver, mas atribuem à vida seu peso de sentimento e seu valor. As religiões nos ensina que para viver bem, sem o tormento da ideia do fim, é preciso cultivar um certo desapego em relação à vida.A visão sócio-cultural acha que o sentido que damos à morte é o sentido que damos à vida. E o sentido que damos à vida é o sentido que damos à morte. O sentido que damos à vida está ligado a uma totalidade maior, que se chama cultura, espaço coletivo onde se elaboram os vários sentidos da vida humana, inclusive os mais transcendentes. Por isso, há tantos sentidos de vida quantas culturas humanas existem. A morte não é, como pensam os cristãos, consequência do pecado. Ela pré-existia ao pecado humano. Consequência do pecado é a forma concreta como experimentamos a morte. Não mais como um dado natural, mas como algo antinatural, como incerteza traiçoeira que produz a angústia e como perda irrefragável da vida. Essa situação existencial entrou na consciência porque a humanidade, na compreensão judaico-cristã, não soube acolher a vida mortal como Dom divino, a se manifestar, também como dom aos demais, no amor e na amizade.
    URI
    http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23785
    Collections
    • Filosofia

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