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dc.contributor.advisorVASCONCELOS, Paulo Henrique Castanheira
dc.contributor.authorBASTOS, Noeli Fátima da Luz
dc.date.accessioned2026-06-30T16:23:18Z
dc.date.available2026-06-30T16:23:18Z
dc.date.issued2001
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23721
dc.description.abstractPercebe-se na criança o elemento ideal para o início do trabalho na Filosofia, pois elas têm por natureza o filosofar. Precisa-se fazer com que floresçam dentro do mundo indagador sendo agentes participativos de uma mudança para o mundo.Dentre várias pesquisas filosóficas percebe-se que vários filósofos estão preocupados com esta rica capacidade que as crianças têm, e vêem a necessidade de levar ao conhecimento essa produtividade de idéia que a infância possui. Tentar tirar das pessoas a visão que a maioria tem de que as crianças são apenas o oposto do adulto, e tentar mostrar que estas são capacitadas a atividades reflexivas e acima de tudo aquilo que é próprio de filosofia, o questionar.Vendo que é de suma importância, o despertar da Filosofia na Infância, as pessoas devem começar a si conscientizar para não proibir as crianças deste privilégio que elas possui, mas sim incentivá-las e trabalhá-las no dia-a-dia, tanto em casa, na escola, na Igreja, na catequese, pois assim elas serão verdadeiras transmissoras da filosofia, pois esta, desperta-as por seus direitos, investigações, questionamentos quanto ao certo e errado, descobrindo seus objetivos.pt_BR
dc.subjectFilosofarpt_BR
dc.subjectAgentes participativospt_BR
dc.subjectCapacidadept_BR
dc.titleFILOSOFIA DA INFÂNCIApt_BR


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