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dc.contributor.advisorLibera, Larisse Silva Dalla
dc.contributor.authorAbrão, André Vilela de Jesus
dc.contributor.authorBarra, Carolyne Dias
dc.contributor.authorLopes, Henrique de Freitas
dc.contributor.authorCarvalho, Maria Clara Batista Hipólito de
dc.contributor.authorAlmeida, Mellk David Oliveira
dc.date.accessioned2026-06-22T18:16:20Z
dc.date.available2026-06-22T18:16:20Z
dc.date.issued2026-06-19
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23701
dc.description.abstractA doação de sangue desempenha papel essencial na manutenção da assistência hemoterápica e na segurança transfusional. O presente estudo teve como objetivo analisar a frequência de reatividade sorológica para infecções transmissíveis em doadores de sangue atendidos no Hemocentro de Anápolis-GO, no período de 2019 a 2024, além de investigar características epidemiológicas associadas. Trata-se de um estudo observacional, retrospectivo e descritivo, realizado a partir da avaliação de registros eletrônicos de doações de sangue. Foram incluídas doações com resultados reagentes para sífilis, HIV, hepatites B e C, HTLV e doença de Chagas, sendo excluídos registros incompletos ou com resultados inconclusivos. As variáveis analisadas incluíram sexo, faixa etária, ocupação e tipo de doador (primeira doação ou doador regular). Os dados foram analisados por estatística descritiva e inferencial, utilizando o teste do qui quadrado de Pearson, adotando-se nível de significância de 5% (p < 0,05). Foram analisados 53.953 registros de doações, dos quais 792 apresentaram reatividade sorológica (1,47%). Observou-se predominância do sexo masculino (67%), da faixa etária de 25 a 34 anos (30,4%) e de indivíduos vinculados ao setor de comércio, indústria e empresariado (45,5%). A sífilis constituiu a principal causa de inaptidão sorológica, correspondendo a 51,6% dos casos reagentes, com maior frequência entre doadores regulares (60%). A hepatite B representou 32,6% das reatividades, concentrando-se principalmente em indivíduos entre 45 e 59 anos, padrão semelhante ao observado para hepatite C. O HIV correspondeu a 8,1% dos casos reagentes, com maior frequência entre homens jovens e maior número de registros em 2020. Houve associação estatisticamente significativa entre reatividade sorológica e variáveis como sexo, faixa etária, ocupação e tipo de doador (p<0,001). Os achados demonstram predominância da sífilis entre as causas de descarte sorológico de bolsas de sangue e evidenciam diferenças no perfil epidemiológico conforme características sociodemográficas dos doadores. Os resultados reforçam a importância da manutenção de estratégias contínuas de triagem sorológica, vigilância epidemiológica e educação em saúde, contribuindo para o fortalecimento da segurança transfusional e do monitoramento das infecções transmissíveis no contexto hemoterápico local.pt_BR
dc.subjectHemocentropt_BR
dc.subjectSoroprevalênciapt_BR
dc.subjectDoadores de Sanguept_BR
dc.subjectInfecções Transmitidas por Sanguept_BR
dc.subjectTransfusão de Sanguept_BR
dc.titleSOROPREVALÊNCIADE INFECÇÕESTRANSMISSÍVEISEMDOADORESDE SANGUENOHEMOCENTRODEANÁPOLIS-GOIÁSpt_BR


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