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dc.contributor.advisorSilva, Iransé Oliveira.
dc.contributor.authorRabelo, Frederico Schutz.
dc.date.accessioned2026-05-12T17:27:57Z
dc.date.available2026-05-12T17:27:57Z
dc.date.issued2025
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23667
dc.description.abstractEste estudo investigou os efeitos da meditação cristã em trilhas naturais no bem-estar subjetivo e na percepção do esforço de jovens universitários. Foram comparados dois grupos: um que realizou a trilha com a prática de meditação e outro sem essa intervenção. Os participantes responderam à Escala de Bem-Estar Subjetivo (EBES) antes e depois da trilha, enquanto a Escala de Esforço de Borg e a Feeling Scale foram aplicadas em quatro momentos ao longo do percurso. Os resultados indicaram que, embora a trilha tenha promovido melhora no bem-estar subjetivo em ambos os grupos, a meditação não demonstrou efeitos significativos na modulação do afeto positivo, afeto negativo e satisfação com a vida. No entanto, a relação entre percepção de esforço e emoções foi atenuada no grupo intervenção, sugerindo que a prática meditativa pode ter auxiliado na regulação emocional durante a caminhada. Esses achados destacam a importância das trilhas como promotoras do bem-estar e indicam que a espiritualidade pode desempenhar um papel complementar na experiência do exercício em ambientes naturais.pt_BR
dc.subjectMeditação cristã, bem-estar subjetivo, trilhas, esforço percebido, espiritualidadept_BR
dc.titleEFEITOS DA MEDITAÇÃO CRISTÃ EM TRILHAS NA NATUREZA PARA O BEM ESTAR DE JOVENS UNIVERSITÁRIOSpt_BR


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