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dc.contributor.advisorMarques, Ieso Costa
dc.contributor.authorRodrigues, Anna Júlia Rodrigues
dc.date.accessioned2026-02-11T18:53:02Z
dc.date.available2026-02-11T18:53:02Z
dc.date.issued2025-12
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23569
dc.description.abstractEste estudo buscou analisar os impactos do regime de Home Office na produtividade, na gestão organizacional e no bem-estar de teletrabalhadores. A metodologia empregada foi a pesquisa quantitativa de campo, de caráter descritivo. Os dados foram coletados por meio de um questionário estruturado, aplicado entre 6 e 31 de outubro, e totalizaram 82 respostas de indivíduos que trabalham ou já trabalharam remotamente (híbrido ou integral). Os resultados indicam que o Home Office contribuiu significativamente para a satisfação (87,8% reportaram aumento) e para o bem-estar, com 63,4% relatando melhora na saúde mental. Em termos de produtividade, 70,7% dos participantes perceberam um aumento em sua performance individual. Contudo, o sucesso do modelo é desafiado por problemas de infraestrutura/tecnologia (42,7%) e isolamento social (37,8%). Conclui-se que o Home Office é uma estratégia de gestão de pessoas altamente valorizada, mas sua sustentabilidade exige que as organizações priorizem o investimento em suporte técnico e ações que reforcem a coesão social e a comunicação da equipe. A preferência majoritária dos colaboradores é pela adoção do modelo híbrido (63,4%).pt_BR
dc.subjectHome Officept_BR
dc.subjectProdutividadept_BR
dc.subjectTeletrabalho.pt_BR
dc.titleHOME OFFICE COMO ESTRATÉGIA DE GESTÃO DE PESSOAS: IMPACTOS NA PRODUTIVIDADE, NA GESTÃO ORGANIZACIONAL E NO BEM-ESTAR DE TELETRABALHADORESpt_BR


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