| dc.description.abstract | Sintomas como congestão nasal, prurido, rinorreia clara e espirros são
considerados tratáveis com fexofenadina, que é um anti-histamínico de segunda
geração e agonista inverso dos receptores H1. O estudo da estabilidade dos insumos
farmacêuticos ativos e sua formulação, aumenta a segurança dos medicamentos, pois
elucida as principais impurezas que podem ser formadas durante a vida útil do
produto. A predição teórica e a degradação forçada experimental freqüentemente
elucidam a formação de impurezas derivadas de reações com íons metálicos,
aquecimento, umidade, fotólise, solução ácida, básica ou oxidante, onde, tais reações
podem gerar impurezas tóxicas que podem afetar a segurança do produto e saúde do
paciente. Este trabalho tem o objetivo de realizar o levantamento dos aspectos
farmacológicos e teóricos da fexofenadina, identificando seus sítios reacionais e
grupos funcionais que sustentam sua ação, tais informações corroboram para o
controle de qualidade, exposição segura, biodisponibilidade e eficácia do
medicamento. A avaliação teórica e experimental revelaram impurezas e sítios
reativos para reações fotolítica, hidrólise básica e oxidativas. A metodologia de
impurezas orgânicas presente na farmacopeica americana, USP, por cromatografia
liquida de alta eficiência (CLAE), demonstrou ser capaz de identificar os produtos de
degradação formados apresentando picos secundários nas condições de hidrólise
básica, fotólise e oxidativa. Durante o experimento, as condições foram alteradas para
concentrações mais altas e exposição a mais dias, com propósito de encontrar maior
degradação do ativo, porém a molécula se manteve estável, com pequeno decaimento
do teor e formação de impurezas em baixa concentração. Podendo inferir que a
molécula de Cloridrato de Fexofenadina é susceptível a degradação, porém não
apresenta alta instabilidade. Ao todo, a compreensão técnica e teórica do insumo
farmacêutico ativo da fexofenadina fornece dados sobre sua qualidade, segurança e
eficácia. | pt_BR |