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dc.contributor.advisorDe Carvalho, Marco Aurélio.
dc.contributor.advisorCarvalho, Priscilla Cardoso Lazari.
dc.contributor.authorda Silva, Gustavo Gonçalves
dc.date.accessioned2025-03-20T19:29:33Z
dc.date.available2025-03-20T19:29:33Z
dc.date.issued2022
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/22901
dc.description.abstractDentes tratados endodonticamente podem se apresentar em diversos estágios de destruição coronária. Preparos mais conservadores sem a necessidade de retenção intraradicular podem favorecer o adiamento do ciclo restaurador do dente, que tem como final a perda do mesmo. A obrigatoriedade de retenção intraradicular tem sido questionada, mas não se sabe muito ainda sobre o comportamento biomecânico de dentes tratados endodonticamente em diferentes níveis de preparo com e sem retenção intraradicular. O objetivo desse estudo foi avaliar a influência de diferentes níveis de destruição coronária de molar tratado endodonticamente com e sem uso de retentor intraradicular nas tensões e deformações pelo método de elementos finitos tridimensionais. Para isso, foram criados 10 modelos a partir da combinação de 2 fatores de estudo: 1- tipo de preparo em 6 níveis: overlay, vonlay, coroa com férula, endocrown com férula, coroa sem férula e endocrown sem férula e 2- tipo de retenção intraradicular, em dois níveis: com e sem retenção intraradicular. Em programa de desenho gráfico tridimensional (SolidWorks 2013), um molar humano inferior foi construído e restaurado com os 6 tipos de restaurações, com e sem retentor intraradicular de fibra de vidro. Os dez modelos foram então exportados para software específico de análise por elementos finitos (Ansys Workbench) e propriedades mecânicas, malhamento, condições de contorno e carregamento foram adicionadas. Uma carga oclusal oblíqua (30º) 131,9 N foi aplicada na vertente triturante do dente simulando o deslocamento para exercer a função de mastigação. A análise se deu quantitativamente e qualitativamente com as variáveis de tensão máxima principal (tração), tensão máxima de cisalhamento e deslocamento máximo para o remanescente dental. Os maiores valores de tensão de tração e cisalhamento foram encontrados nos modelos com menos remanescente coronário, enquanto os maiores deslocamentos foram encontrados nos modelos com mais remanescente coronário. Concluiu-se que a quantidade de remanescente coronário é mais importante que a presença de retentor no comportamento biomecânico de molares tratados endodonticamentept_BR
dc.subjectTécnica para Retentor Intrarradicular, Dente Tratado Endodonticamentept_BR
dc.subjectCoroa Dentária, Análise de Elementos Finitospt_BR
dc.titleEFEITO DA QUANTIDADE DE REMANESCENTE CORONÁRIO E PRESENÇA DE RETENTOR NO COMPORTAMENTO BIOMECÂNICO DE MOLARES TRATADOS ENDODONTICAMENTEpt_BR


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