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dc.contributor.advisorRODRIGUES, Edilson
dc.contributor.authorPESSOA FILHO, Douglas Tadeu Cardoso
dc.date.accessioned2024-02-08T16:47:54Z
dc.date.available2024-02-08T16:47:54Z
dc.date.issued2023
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/21516
dc.description.abstractA presente pesquisa científica tem como objetivo investigar os parâmetros legais relacionados à interceptação telefônica no ordenamento brasileiro. A sociedade contemporânea, marcada pela era digital, levanta questões sobre a legalidade desse tipo de interceptação, especialmente considerando o princípio da pessoalidade dos indivíduos com seus aparelhos telefônicos. Com base na análise bibliográfica, acórdãos e artigos científicos, a metodologia utilizada é a hipotética dedutiva. A problemática central aborda se as provas obtidas por meio de interceptação telefônica sem ordem judicial podem ser aplicadas no processo penal sem gerar a declaração de nulidade. Duas hipóteses são apresentadas: uma que defende a admissibilidade das provas e outra que argumenta pela sua nulidade. O estudo busca contribuir para a discussão jurídica sobre a interceptação telefônica, considerando a responsabilidade processual e penal.pt_BR
dc.subjectInterceptação telefônicapt_BR
dc.subjectLegalidadept_BR
dc.subjectNulidadept_BR
dc.titleA (I)LEGALIDADE DA INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICApt_BR


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