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dc.contributor.advisorVICENTE, José João Neves Barbosa
dc.contributor.authorFREITAS, Solange Viana
dc.date.accessioned2023-08-24T17:54:31Z
dc.date.available2023-08-24T17:54:31Z
dc.date.issued2008
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/20761
dc.description.abstractA presente monografia tem como objeto o estudo do nascimento das prisões, de acordo com Michel Foucault. Veremos que Foucault cita fielmente inúmeras espécies de suplícios comuns em épocas não muito distantes da nossa, despertando-nos reflexões inquietantes, das quais, uma delas é tão atual quanto a duzentos anos atrás, onde alguns países então ditos civilizados admitiam a validade da tortura como meio de obter-se a confissão, e como procedimento usual a terríveis sofrimentos físicos e morais ao condenado. Na evolução das penas, podemos antecipar o pensamento de como a sociedade do século XXII reagirá diante das nossas atuais prisões. Embora muito mais humanas do que as do período pré-Revolução Francesa, não se pode negar que ainda se apresentam como depósitos insalubres e cruéis de presos, com escassa potencialidade para a pretendida reabilitação social do condenado. Foucault menciona que os séculos XVII a XIX não foram apenas um marco na regulamentação escrita das chamadas instituições totais, como os exércitos, escolas, prisões, hospitais e fábricas, mas que se persegue, principalmente, uma idéia construtiva de conversão do homem em seres de ações mecânicas e previsíveis, assim como as máquinas. É algo que não está em sua cabeça ou em sua alma, mas que se passa com seu corpo; é a intenção de tornar o indivíduo útil, dócil e disciplinado através do trabalho.pt_BR
dc.subjectNascimento das prisõespt_BR
dc.subjectReabilitaçãopt_BR
dc.subjectReformas e educaçãopt_BR
dc.titleO NASCIMENTO DAS PRISÕES DE ACORDO COM MICHEL FOUCAULTpt_BR


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