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    Associação da percepção do nível de estresse com marcadores de obesidade e funcionalidade em idosos

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    IC 13 Associacao da percepcao do nivel de estresse com marcadores de obesidade e.pdf (2.072Mb)
    Date
    2023-06-13
    Author
    Gonçalves, Karolina Ribeiro
    Silva, Ana Luíza Pereira
    Moura, Gabriella de Sousa
    Jesus, Isabela Carvalho Cruz Marinho de
    Moisés, Letícia Moreira Nery
    Bazi, Thiago Camilo El
    Metadata
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    Abstract
    O estresse é um grave problema de saúde pública e sua gravidade e suscetibilidade se relacionam com uma série de fatores como a idade, a obesidade e a funcionalidade. Segundo a organização mundial da saúde (OMS) 90% da população brasileira sofre com estresse. As mudanças na saúde física, na saúde mental, na vida social e na capacidade cognitiva Alguns fatores predispõem o estresse em idosos. Saber manejar o estresse do cotidiano é necessário, principalmente durante a velhice. Assim, o presente estudo teve como objetivo avaliar a percepção de estresse, presença de obesidade, funcionalidade e histórico de tabagismo em idosos de uma Universidade Aberta a Pessoa Idosa (UniAPI). Trata-se de um estudo observacional do tipo transversal. Foram coletados dados sociodemográficos, aplicado o questionário de percepção de estresse (EPS-10), juntamente com as medidas antropométricas (índice de massa corporal e circunferência de cintura), Escala de Brody e Lawton e histórico de tabagismo de 63 idosos. Os resultados foram expressos como média, desvio padrão, frequências, porcentagens e tabelas. Para classificar o escore EPS-10 foi calculado o percentil 50. A comparação entre dois grupos foi realizada com o teste t-Student para amostras independentes ou o Teste de Mann-Whitney e a variação (∆) entre as médias foi calculada. A associação entre as variáveis categóricas foi verificada pelo teste Qui-quadrado de Pearson. A regressão linear múltipla verificou a relação entre os escores da percepção de estresse (variável dependente) com os valores de IMC, CC, escore da escala de funcionalidade e histórico de tabagismo, que foram consideradas variáveis independentes. Os modelos de regressão foram ajustados por sexo e idade. Foi considerado o nível de significância de 5% e os dados foram analisados no software Statistical Package for the Social Science (IBM, SPSS, Armont, NY). A maioria dos idosos eram do sexo feminino, 54 (85,7%). Em relação ao estresse, 34% dos idosos apresentaram maior percepção. O IMC (∆= 3,57 kg/m²) foi maior no grupo com maior percepção de estresse, enquanto o score da escala de Lawton e Brody (∆= 0,47) foi maior no grupo sem percepção de estresse. Houve associação entre a presença de percepção de estresse com o IMC (p= 0,031) e a maioria dos idosos com percepção de estresse eram obesos (56,3%). Quando analisada a funcionalidade de acordo com o P(50), 100% dos idosos apresentaram maior percepção de estresse. Nos modelos de regressão linear múltipla o IMC (β= 0,28; p=0,038) e a circunferência de cintura (β=0,13; p=0,028) tiveram relação direta com o escore de percepção subjetiva de estresse, ajustados por sexo e idade. Em conclusão, foi encontrado que um terço dos idosos tiveram maior percepção de estresse, o IMC e a CC foram maiores em idosos com maior percepção de estresse enquanto foi menor quando analisada a funcionalidade. A porcentagem de idosos com maior percepção de estresse eram obesos e tinham menor funcionalidade. Nos modelos de regressão linear múltipla houve uma relação direta do escore de percepção de estresse com o IMC e a CC, ajustada por sexo e idade. Vale ressaltar a importância e otimização de políticas públicas específicas no que diz respeito à promoção e prevenção de saúde em idosos. Palavras-chave:
    URI
    http://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/20547
    Collections
    • Trabalhos de Conclusão de Curso - TCC's

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