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dc.contributor.advisorSANTOS, Sérgio Luis de Oliveira dos
dc.contributor.authorLEAL, Marilda Ferreira Machado
dc.date.accessioned2023-06-07T17:04:13Z
dc.date.available2023-06-07T17:04:13Z
dc.date.issued2007
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/20439
dc.description.abstractA partilha de bens causa mortis decorrente da união estável está permeada por algumas contradições, situação esta perceptível em nosso conjunto de leis, especialmente, no atual Código Civil Brasileiro. Neste trabalho, a pesquisa se executa em face da difícil missão com que se depara o judiciário, bem como o advogado civilista, ao atuar em áreas tais, onde se deve interpretar e não raras vezes, se chegar a uma solução conflitante para a parte interessada. Desse modo, o Artigo 1.790, seus três incisos e demais dispositivos legais a se analisar, não contemplam soluções ideais, impondo-se a adoção de medidas parlamentares que possam minimizar a ofensa e/ou a falta de proteção jurídica aos companheiros ou parceiros que convivem sob o mesmo teto, em coabitação familiar.pt_BR
dc.subjectPartilha de benspt_BR
dc.subjectUnião estávelpt_BR
dc.subjectcontradiçõespt_BR
dc.subjectFilhos comunspt_BR
dc.subjectHomoafetivospt_BR
dc.titleA PARTILHA DE BENS CAUSA MORTIS, DECORRENTE DA UNIÃO ESTÁVELpt_BR


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