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dc.contributor.advisorDUVALLIER, Nalim Rodrigues Ribeiro Almeida da Cunha
dc.contributor.authorOLIVEIRA, Vanessa Barbosa de
dc.date.accessioned2022-12-05T17:21:29Z
dc.date.available2022-12-05T17:21:29Z
dc.date.issued2015
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/19875
dc.description.abstractA presente pesquisa visa analisar os problemas decorrentes da autonomia típica do crime de Infanticídio, principalmente no que concerne ao concurso de pessoas. Neste interim, destaca-se a problemática em torno da comunicabilidade do estado puerperal e a consequente possibilidade de extensão do privilegium ao terceiro que atua como coautor ou participe no crime de Infanticídio. Por outro lado, ressalta-se a situação da mãe que em estado puerperal ao terceiro que mate o seu filho recém-nascido, fazendo-se uma digressão sobre a inclusão da genitora no crime de Infanticídio ou no delito de homicídio como participe. A metodologia utilizada é a de compilação bibliográfica com o emprego da técnica hipotético-dedutiva partindo-se do geral para o especifico a fim de apresentar um panorama das várias posições, de maneira clara e didática.pt_BR
dc.subjectInfanticídiopt_BR
dc.subjectEstado Puerperalpt_BR
dc.subjectConcurso de pessoaspt_BR
dc.subjectCoautoriapt_BR
dc.subjectParticipaçãopt_BR
dc.titleO INFANTICÍDIO E A QUESTÃO DA SUA AUTONOMIA TÍPICApt_BR


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