O INFANTICÍDIO E A QUESTÃO DA SUA AUTONOMIA TÍPICA
Abstract
A presente pesquisa visa analisar os problemas decorrentes da autonomia típica do crime de
Infanticídio, principalmente no que concerne ao concurso de pessoas. Neste interim, destaca-se
a problemática em torno da comunicabilidade do estado puerperal e a consequente possibilidade
de extensão do privilegium ao terceiro que atua como coautor ou participe no crime de
Infanticídio. Por outro lado, ressalta-se a situação da mãe que em estado puerperal ao terceiro
que mate o seu filho recém-nascido, fazendo-se uma digressão sobre a inclusão da genitora no
crime de Infanticídio ou no delito de homicídio como participe. A metodologia utilizada é a de
compilação bibliográfica com o emprego da técnica hipotético-dedutiva partindo-se do geral
para o especifico a fim de apresentar um panorama das várias posições, de maneira clara e
didática.