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dc.contributor.advisorLEAL, Marilda Ferreira Machado
dc.contributor.authorPEREIRA, Liliane Eneyram Fernandes
dc.date.accessioned2022-11-30T18:29:48Z
dc.date.available2022-11-30T18:29:48Z
dc.date.issued2016
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/19842
dc.description.abstractEnquanto a sociedade exige de per si mudanças de forma às vezes sem formulas ou regramento que atenda a realidade. Pensado nessa evolução proponho através deste estudo trazer aos estudiosos do direito uma antevisão do direito que a criança e o adolescente têm no âmbito do direito de conviver com sua família. O que temos deparado nos dias atuais é o genitor fugir dessa responsabilidade, enquanto muita vez a criança e o adolescente, não estão preocupados com os bens materiais. Esses são carentes da relação afetiva dos pais biológicos. Por vezes deparamos com pais que não vivem sob o mesmo teto buscando o direito da convivência, relacionamento diuturno, com o seu filho ou filha. E pra isso buscam a tutela jurisdicional para poder, vê, dar colo, sentir a pulsação sanguínea do seu filho ou filha. E a verdade é uma só, o poder judiciário tem atendido os reclames desses pais. Buscaremos nesse trabalho abrir uma porta ao inverso dessa situação, obrigarem aos pais não somente um valor econômico e sim valores além do que se pode ser tocado. Mostraremos os males que a falta de contato com os genitores pode acarretar na vida de um menor. O laço afetivo é o pilar na estrutura de uma criança no seu futuro. Trabalharemos como uma visão social, pedagógica, psicológica e psicopedagógico no desenvolvimento cognitivo e afetivo de uma criança/adolescente no ciclo social.pt_BR
dc.subjectAbandono afetivopt_BR
dc.subjectFamíliapt_BR
dc.subjectResponsabilização civilpt_BR
dc.titleA AUSÊNCIA DO GENITOR E A JUDICIALIZAÇÃO DOS DANOS DECORRENTES AOS FILHOS PELA NÃO CONVIVÊNCIA AFETIVApt_BR


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