A AUSÊNCIA DO GENITOR E A JUDICIALIZAÇÃO DOS DANOS DECORRENTES AOS FILHOS PELA NÃO CONVIVÊNCIA AFETIVA
Abstract
Enquanto a sociedade exige de per si mudanças de forma às vezes sem formulas ou regramento
que atenda a realidade. Pensado nessa evolução proponho através deste estudo trazer aos estudiosos do direito
uma antevisão do direito que a criança e o adolescente têm no âmbito do direito de conviver com sua família. O
que temos deparado nos dias atuais é o genitor fugir dessa responsabilidade, enquanto muita vez a criança e o
adolescente, não estão preocupados com os bens materiais. Esses são carentes da relação afetiva dos pais
biológicos. Por vezes deparamos com pais que não vivem sob o mesmo teto buscando o direito da convivência,
relacionamento diuturno, com o seu filho ou filha. E pra isso buscam a tutela jurisdicional para poder, vê, dar
colo, sentir a pulsação sanguínea do seu filho ou filha. E a verdade é uma só, o poder judiciário tem atendido os
reclames desses pais. Buscaremos nesse trabalho abrir uma porta ao inverso dessa situação, obrigarem aos pais
não somente um valor econômico e sim valores além do que se pode ser tocado. Mostraremos os males que a
falta de contato com os genitores pode acarretar na vida de um menor. O laço afetivo é o pilar na estrutura de
uma criança no seu futuro. Trabalharemos como uma visão social, pedagógica, psicológica e psicopedagógico no
desenvolvimento cognitivo e afetivo de uma criança/adolescente no ciclo social.