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dc.contributor.advisorROCHA, Márcio Lopes
dc.contributor.authorFARIA, Danilo José de
dc.date.accessioned2022-11-29T19:12:34Z
dc.date.available2022-11-29T19:12:34Z
dc.date.issued2016
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/19835
dc.description.abstractO sistema prisional brasileiro está falido. Os estabelecimentos penais não possuem estrutura para abrigar o crescente número de detentos e, por consequência, violam todos os direitos a eles inerentes, tais como saúde, alimentação, cela individual, privacidade, e, principalmente humanidade. O Estado, aliado à negligência do poder judiciário, é omisso em relação à ressocialização do preso, o que gera ainda mais revolta nos reeducandos. A sociedade também tem parte na ineficácia da reintegração do preso, uma vez que o marginaliza e não lhe proporciona nova chance quando termina de cumprir sua pena. Como efeito, a reincidência criminal é latente e, a cada retorno do agente ao sistema prisional brasileiro que é desumano e degradante, há o aumento da sua periculosidade. O Estado deve tomar outras medidas além da parceria público-privada, tais como oferecer assistência ao preso e egresso, e implantar políticas públicas no afã de ressocializar o condenado.pt_BR
dc.subjectDignidade humanapt_BR
dc.subjectLiberdadept_BR
dc.subjectPrivatizaçãopt_BR
dc.subjectPenitenciáriaspt_BR
dc.subjectReincidênciapt_BR
dc.subjectSuperlotação das cadeiaspt_BR
dc.titleA SUPERLOTAÇÃO DOS PRESÍDIOS BRASILEIROS E A CONSEQUENTE REINCIDÊNCIA CRIMINALpt_BR


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