| dc.description.abstract | Esta dissertação tem por objetivo discutir as cidades médias e a sustentabilidade
ambiental em relação à caracterização e atuação regional dos municípios de Anápolis e
Rio Verde, localizados no interior do Estado de Goiás. Por esse motivo, caracteriza e
explica a função social da cidade, evidenciando a política urbana brasileira e o Estatuto
da Cidade. Em seguida, tecem-se algumas considerações sobre as cidades médias, bem
como destacadas algumas de suas singularidades em relação às metrópoles e às cidades
pequenas. Em continuidade, conceitua-se desenvolvimento sustentável, localizando-o
no Estatuto da Cidade a fim de vislumbrar a chamada cidade sustentável. Por último,
numa pretensão de natureza pragmática, aplicam-se os conceitos estudados em dois
municípios goianos, Rio Verde e Anápolis, a fim de verificar se eles podem ser
entendidos como cidades sustentáveis e/ou cidades médias. Diante desse percurso
metodológico, entende-se que a metodologia empregada é de natureza bibliográfica,
com análise de livros, artigos científicos, base de dados, teses e demais documentos
capazes de permitir a realização dos objetivos elencados. Quanto ao método, utiliza-se o
comparativo, pois a empiria é formada a partir da análise de dados relativos aos
municípios goianos, obtidos junto ao Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística/IBGE, o Instituto Mauro Borges e as respectivas prefeituras municipais.
Conclui-se que o Estatuto da Cidade é um importante instrumento para a compreensão
acerca daquilo que se convencionou chamar de cidades médias. A partir desse instituto
é possível pensar a função social da cidade, estabelecendo metas claras e objetivas,
enfim, de políticas públicas inteligentes e eficazes. Anápolis e Rio Verde, municípios
escolhidos para a realização do estudo, são cidades médias que precisam adotar ações
mais pontuais para serem consideradas sustentáveis, por exemplo, devem aprimorar o
saneamento básico (que não abrange todos os bairros), a coleta seletiva de resíduos
sólidos, bem como a saúde pública como um todo. É imprescindível a implementação
de transporte coletivo não poluente, a utilização de fontes renováveis e alternativas de
energia e a gestão/aplicação eficaz dos recursos públicos, garantindo atendimento
igualitário da população e dignidade. | pt_BR |