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dc.contributor.advisorSantos, Andreia Moreira da Silva
dc.contributor.authorHajjar, Ana Clara
dc.contributor.authorMendonça, Ana Cláudia Maia
dc.contributor.authorSousa, Desirée Mata de
dc.contributor.authorBoggian, Flávia Cristina Teixeira Silva
dc.contributor.authorNery, Lara Gomes
dc.contributor.authorSilva, Pedro Henrique Pereira da
dc.date.accessioned2021-06-25T14:10:29Z
dc.date.available2021-06-25T14:10:29Z
dc.date.issued2020-11-20
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/17963
dc.description.abstractO Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma desordem neurológica caracterizada por alterações comportamentais de etiologias múltiplas e graus variados de severidade. O diagnóstico precoce está associado a ganhos significativos no funcionamento cognitivo e adaptativo da criança. Para isto, a utilização de instrumentos de triagem de sinais precoces do transtorno como o Modifield Checklist for Autism in Toddlers (M-CHAT) vem sendo cada vez mais orientada. Assim, o objetivo deste estudo foi verificar a utilização do instrumento M-CHAT para a detecção precoce de casos suspeitos de TEA pelos médicos e/ou médicos residentes de Medicina de Família e Comunidade (MFC) das Unidades de Saúde da Família (USF) de Anápolis – GO. O trabalho é um estudo primário, observacional, de prevalência, transversal, descritivo e quantitativo. A pesquisa foi realizada nas seguintes USF de Anápolis – GO: USF Recanto do Sol, USF Filostro Machado, USF Bairro de Lourdes, USF Bandeiras, USF Anexo Itamaraty, ESF Vila União e USF Parque Iracema. A população estudada são médicos e médicos residentes de MFC, sendo que a amostra foi por conveniência (n=24). A coleta de dados nas USF foi feita pela aplicação de um questionário que verifica a utilização do instrumento M-CHAT entre os médicos e médicos residentes de MFC. Entre os participantes, 33,3 % conheciam o instrumento M CHAT e 50% destes o utilizava, sendo que essa utilização era após a consulta inicial caso suspeitasse de características do TEA no paciente (75%) ou durante a consulta inicial (25%). Este estudo foi de encontro com a literatura atual onde a maioria dos médicos participantes das pesquisas não reconhecem ter conhecimentos e habilidades para diagnóstico do TEA e desconhecem um protocolo específico para auxílio na triagem.pt_BR
dc.subjectTranstorno do Espectro Autistapt_BR
dc.subjectTerapêuticaspt_BR
dc.subjectTriagempt_BR
dc.titleDesafios no Diagnóstico e Tratamento Precoce do Transtorno do Espectro Autistapt_BR


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