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dc.contributor.advisorCUNHA, Lucas Santos
dc.contributor.authorSANTOS, Letticya da Silva
dc.date.accessioned2021-06-18T17:21:57Z
dc.date.available2021-06-18T17:21:57Z
dc.date.issued2020
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/17932
dc.description.abstractO presente trabalho tem como fundamento estudar a Lei nº 11.340 de 2006 (conhecida como Lei Maria da Penha) e a Lei nº 13.104 de 2015 (conhecida como Lei do Feminicídio), que trouxe novos mecanismos para proteção das mulheres contra atos de violência dentro do ambiente domiciliar e em virtude do gênero. Para tentar solucionar a violência doméstica contra a mulher foi criada as medidas protetivas de urgência com o intuito de coibir não somente as violências físicas, mas também as violências psicológicas, sexuais, morais e patrimoniais. Metodologicamente, caracterizou-se através de pesquisa de campo na Delegacia de Polícia Civil do município de Santa Terezinha de Goiás, conferindo dados entre 2018 e 2019. Os resultados apontam que, apesar dos avanços da Lei Maria da Penha e Lei do Feminício quanto as informações de índices de violência contra a mulher, teve-se um aumento na violência doméstica contra a mulher no cenário federal, estadual e também no município examinadopt_BR
dc.subjectLei Maria da Penha.pt_BR
dc.subjectMedidas Protetivas de Urgência.pt_BR
dc.subjectViolência Doméstica.pt_BR
dc.titleOS REFLEXOS DA LEI Nº 11.340 DE 2006 (LEI MARIA DA PENHA) E LEI Nº 13.104 DE 2015 (LEI DO FEMINICÍDIO) NO MUNICÍPIO DE SANTA TEREZINHA DE GOIÁS ENTRE OS ANOS DE 2018 E 2019pt_BR


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