| dc.description.abstract | O presente estudo de conclusão de curso tem por objetivo geral expor um dilema social, qual
seja, o abandono afetivo inverso, que possui questões deveras debatidas e que ainda não
detém de um posicionamento pacificado pela jurisprudência. O abandono afetivo está
associado à conduta de como se é amado e acolhido, no qual não se agrega a questões
financeiras, mas sim afeto, ou no caso, na falta do mesmo. O conteúdo principal é o abandono
afetivo inverso, que é quando os filhos desamparam os seus pais, propriamente quando estes
mais se veem necessitados de apoio, ou seja, na velhice. Há, assim, um abandono inverso,
pois os casos mais habituais que ocorrem em relação a este assunto são quando os pais
abandonam seus filhos, os negando amor e carinho, mas é necessário se falar quando ocorre o
contrário. Disserta-se ainda afundo sobre a responsabilidade civil dos filhos com relação aos
pais idosos, assunto este altamente presente no cotidiano e pouco valorizado pela sociedade e
pelo Poder Judiciário, onde nota-se o compromisso dos filhos de cuidar de seus pais idosos e
o dever de compensar o dano causado pelos transtornos correlacionados à ausência de
afetividade. Destarte, buscou-se pesquisar o maior número possível de obras publicadas sobre
o assunto, com o fim de se organizar as várias opiniões, antepondo-as logicamente quando se
apresentarem antagônicas, com vistas a harmonizar os pontos de vista existentes na mesma
direção. Enfim, tal metodologia propõe apresentar, de maneira clara e didática, um panorama
das várias posições existentes adotadas pelas doutrinas, jurisprudências dos Tribunais Pátrios,
assim como em artigos publicados na Internet. | pt_BR |