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http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23995| Title: | Os efeitos da prática de atividade física estruturada em crianças e adolescentes com TEA e Síndrome de Down: evidências e revisões sistemáticas da literatura |
| Authors: | Oliveira, Cláudia Santos. Silva, Rafael dos Anjos |
| Keywords: | 1. Transtorno do Espectro Autista 2. Síndrome de Down 3. Criança 4. Adolescente 5. Exercício físico 6. Revisão sistemática |
| Issue Date: | 2026 |
| Abstract: | RESUMO Introdução: Condições do neurodesenvolvimento, como o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e a síndrome de Down (SD), podem estar associadas a limitações motoras, menor aptidão física e restrições nos domínios de atividade e participação, com impacto na funcionalidade e na qualidade de vida. Nesse contexto, a atividade física tem sido proposta como estratégia terapêutica complementar, alinhada à Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). Objetivo: Identificar e avaliar, por meio de revisões sistemáticas, os efeitos da prática de atividade física em crianças e adolescentes com TEA e SD, considerando desfechos relacionados aos domínios da CIF. Métodos: A dissertação foi desenvolvida a partir de duas revisões sistemáticas. Para isso, foram realizadas buscas nas bases PubMed, PEDro e SciELO, sem restrição de idioma. Foram incluídos ensaios clínicos controlados que avaliaram intervenções de atividade física em comparação com grupos controle. A qualidade metodológica dos estudos foi analisada por meio da escala PEDro. Resultados: Na revisão sobre TEA, foram incluídos cinco ensaios clínicos randomizados (n=88), com qualidade metodológica moderada a alta, indicando possíveis benefícios em habilidades motoras e sociais, apesar da heterogeneidade dos protocolos. Na revisão sobre SD, oito estudos (n=345) analisaram intervenções como treinamento de força e equilíbrio, esteira, ciclismo e equoterapia, evidenciando melhorias em força muscular, equilíbrio, mobilidade funcional, aquisição da marcha, níveis de atividade física e aptidão cardiorrespiratória. Conclusão: Programas estruturados de atividade física mostram-se benéficos para desfechos motores, funcionais e de aptidão física em crianças e adolescentes com TEA e SD. Entretanto, a variabilidade metodológica entre os estudos ainda limita comparações e recomendações mais precisas para a prática. |
| URI: | http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23995 |
| Appears in Collections: | Dissertações |
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| 07- Rafael dos Anjos volume final - 20.05.2026.pdf | 8.15 MB | Adobe PDF | View/Open |
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