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dc.contributor.advisorSIMÕES, Angélica Lima Brandão
dc.contributor.authorLUIZ, Larissa Nathiely da Silva
dc.contributor.authorMORAIS, Fernanda Campos de
dc.date.accessioned2019-01-30T15:23:39Z
dc.date.available2019-01-30T15:23:39Z
dc.date.issued2018-12-21
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/985
dc.description.abstractINTRODUÇÃO: De acordo com as políticas públicas as mulheres possuem o direito de serem acompanhadas integralmente, em todo seu ciclo de vida, incluindo a fase não reprodutiva chamada de climatério. Assim, a assistência da mulher no climatério deve ser voltada ao seu estado de saúde atual e também pregresso, o qual envolve uma equipe multidisciplinar. O enfermeiro, sendo o profissional que tem contato regular com as mulheres ao longo da vida, poderá ser um membro de grande importância no momento em que se tenta construir através de educação em saúde, junto com as mulheres climatéricas, um futuro com mais qualidade e poder de decisão sobre o período em que se encontra. OBJETIVO: Compreender a efetividade da assistência integral à saúde da mulher no climatério, bem como descrever os sinais e sintomas que mais afetam as mulheres durante o climatério e descrever o papel da enfermagem no atendimento integral a mulher climatérica. METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão bibliográfica exploratória, composta de artigos publicados na Biblioteca Virtual de Saúde (BVS) e disponíveis em texto completo nas bases de dados: LILACS e BDENF, também no portal periódico CAPES/MEC. Para a análise dos dados adotou-se as recomendações de Gil (2008). Foram utilizados 16 artigos para redação final, com o agrupamento em duas categorias: “Climatério: principais sintomatologias enfrentadas pelas mulheres nesse período” e “O enfermeiro no atendimento integral a saúde da mulher no climatério”. RESULTADOS E DISCUSSÃO: De acordo com os autores, o climatério é um período de grande transição, onde ocorre mudanças físicas, psíquicas e sociais, tais como: fogachos, depressão, ansiedade, irregularidade menstrual, dor de cabeça, pressão alta, sobrepeso, secura vaginal, falta de prazer sexual e irritabilidade, no entanto há um aumento na incidência de sintomas depressivos e esses episódios afetam diretamente a vida sexual, o relacionamento conjugal e familiar. Em razão disto, o enfermeiro deve desenvolver um trabalho de forma articulada com a equipe multidisciplinar para implementar estratégias, atender as necessidades dessas mulheres e estar preparado para detectar a fase inicial das sintomatologias, minimizando os efeitos através de orientações em conformidade com a realidade de cada mulher. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Entendemos há necessidade de implantação e implementação de estratégias específicas às mulheres no período do climatério. Sendo que a saúde da mulher é um campo de atuação complexo, que exige total dedicação em todas as suas ações, com atenção integral às mulheres. Constatou-se a necessidade de incentivo e capacitação dos profissionais da enfermagem para a realização de ações referentes ao climatério, que podem ser abordados por meio de estratégias de educação permanente.pt_BR
dc.subjectIntegralidadept_BR
dc.subjectSaúde da Mulherpt_BR
dc.subjectClimatériopt_BR
dc.subjectEnfermagempt_BR
dc.titleINTEGRALIDADE NA ASSISTÊNCIA À SAÚDE DA MULHER NO CLIMATÉRIOpt_BR


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  • Trabalhos de Conclusão de Curso - ENFERMAGEM -TCC's 2018.2
    O curso de Enfermagem do Centro Universitário de Anápolis UniEVANGÉLICA no segundo semestre do ano de dois mil e dezoito (2018.2), produziu 23 Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). Destes, 10 trabalhos foram de revisão da literatura, 13 trabalhos de pesquisa de campo (com aprovação do CEP UniEVANGÉLICA).

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