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dc.contributor.advisorPEDROSA, Sheila Mara
dc.contributor.authorCHAVEIRO, Larissa de Castro;
dc.date.accessioned2019-01-30T14:26:46Z
dc.date.available2019-01-30T14:26:46Z
dc.date.issued2018-12-21
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/977
dc.description.abstractIntrodução: Mesmo após 30 anos da descoberta da Aids nos deparamos com condutas preconceituosas da sociedade, dos profissionais e até mesmo dos próprios portadores do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), que interferem na adesão ao tratamento antirretroviral (TARV) e dificultam o enfrentamento da enfermidade contribuindo para a perpetuação da transmissão do vírus. Objetivos: Investigar, na literatura científica, as vulnerabilidades e estratégias de enfrentamento associadas à condição de portador de HIV. Método: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura fundamentada na prática baseada em evidência. A coleta de dados se deu na biblioteca BVS, na biblioteca SciELO e na base de dados LILACS. Foram utilizados os DeCS: Enfrentamento, Estigma social, HIV, Vulnerabilidade social, Suporte social, Qualidade de vida e Percepção social. Os critérios para inclusão foram artigos em português, no recorte temporal de 1996 a 2018 e que estavam disponíveis integralmente e online. Realizou-se a categorização temática dos artigos de acordo com a vulnerabilidade social, individual e programática. Resultados: Após aplicação dos critérios de inclusão e considerando o objetivo do estudo foram selecionados 13 artigos. Todos produzidos em instituições públicas, entre os anos de 2004 a 2017 nas regiões Sudeste e Nordeste do Brasil. Nove eram de abordagem qualitativa, três quantitativas e um estudo misto. Em relação à vulnerabilidade social foi destacado pelos autores o estigma social que o portador de HIV enfrenta e isso interfere no trabalho, nas relações de amizade e na própria adesão ao tratamento. Em relação à vulnerabilidade individual, os artigos trazem dados a respeito da maior dificuldade de enfrentamento da condição de portador de HIV por mulheres, negros (as) e homens que fazem sexo com homens devido ao preconceito, misoginia e homofobia que enfrentam. Na vulnerabilidade programática os textos trazem o preconceito, a falta de abertura para falar sobre sexualidade e as concepções, muitas vezes pautadas no senso comum, que os profissionais da saúde insistem em utilizar no momento de prestar assistência, além do duplo estigma contra o portador de HIV negro. Como estratégias de enfrentamento foram citadas a auto- aceitação da nova condição, a participação em grupos de pessoas HIV positivas, apoio de amigos e familiares e busca de práticas voltadas à espiritualidade. Considerações finais: São diversas as vulnerabilidades associadas à condição de portador do HIV, sendo muitas existentes antes mesmo do diagnóstico da infecção. O estigma que permeia a soropositividade surge da discriminação e estigma que afetam negativamente a busca por seguir em frente pós-diagnóstico. As estratégias de enfrentamento variam de pessoa a pessoa, com o tempo e emoções dos sujeitos, interferindo inclusive na adesão a TARV. Os profissionais de saúde são fundamentais na identificação das necessidades e na assistência ao portador de HIV promovendo a perseverança no tratamento, qualidade de vida e dignidade.pt_BR
dc.subjectEnfrentamentopt_BR
dc.subjectEstigma socialpt_BR
dc.subjectHIVpt_BR
dc.subjectVulnerabilidade socialpt_BR
dc.subjectSuporte socialpt_BR
dc.titleVULNERABILIDADES E ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO DA CONDIÇÃO DE PORTADOR DO HIVpt_BR


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  • Trabalhos de Conclusão de Curso - ENFERMAGEM -TCC's 2018.2
    O curso de Enfermagem do Centro Universitário de Anápolis UniEVANGÉLICA no segundo semestre do ano de dois mil e dezoito (2018.2), produziu 23 Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). Destes, 10 trabalhos foram de revisão da literatura, 13 trabalhos de pesquisa de campo (com aprovação do CEP UniEVANGÉLICA).

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