A VISÃO DA GESTANTE A RESPEITO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL DE BAIXO RISCO
Abstract
INTRODUÇÃO: O pré-natal é compreendido como um cuidado necessário que deve ser prestado durante toda a gestação com o objetivo de preparar essa mulher para um parto saudável por meio da supervisão dos cuidados de profissionais da área de saúde, garantindo uma vida saudável, tanto para a gestante quanto para o neonato. Por meio de um cuidado integral desenvolvido na assistência de enfermagem pode-se evitar ou minimizar impactos graves na saúde do binómio mãe-filho, seja no período do pré-natal (PN), seja no decorrer da vida. Portanto, ressaltamos a importância da realização do pré-natal e do acompanhamento do profissional de enfermagem no pré-natal no qual, podemos perceber o objetivo de prevenir, promover, proteger e detectar futuros possíveis danos. É preocupante, neste contexto, a persistência e até o aumento de casos de gestantes que não foram acompanhadas por uma equipe de saúde no pré-natal. OBJETIVO GERAL Investigar na literatura científica brasileira a assistência de pré-natal oferecida por enfermeiros, sob o ponto de vista de usuárias dos serviços de atenção primária de saúde. MÉTODO: Trata-se de revisão integrativa da literatura em que a coleta de dados foi realizada por meio de busca ativa em artigos científicos nas bibliotecas virtuais: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Scientific Electronic Library Online (Scielo), Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE), Banco de Dados de Enfermagem (BDENF), e portais oficiais do Ministério da Saúde. RESULTADOS: Após as buscas foram selecionados 12 artigos. Os artigos foram classificados em 2 categorias (dificuldade e osbstáculo no acesso ao pré-natal enfrentada pelas gestantes; pré-natal com enfermeiro. De modo geral, as mulheres enfrentam muitas dificuldades no acesso ao pré-natal e a maioria das gestantes preferem que seu acompanhamento no pré-natal seja feito por enfermeiros. De acordo com as gestantes, apesar dessa preferência, ainda há atendimento desumanizado e pouco acolhedor nessa assistência. CONCLUSÃO: Pode-se concluir que a contribuição do enfermeiro na construção do empoderamento da gestante não deve ser vista somente como a gestante, mas também com a vida puérpera para dar a continuidade na orientação sobre a nova vida e a nova etapa