| dc.description.abstract | A superação de problemas ambientais é um desafio para governos, empresas e a
sociedade de modo geral. O texto constitucional brasileiro prevê que todos têm direito a
um meio ambiente equilibrado, mas que todos também têm responsabilidade na sua
conservação. Ao se estudar a aplicação da pegada ecológica à Unidade Prisional de
Ceres, busca-se um mecanismo de aferição do impacto ambiental que cada pessoa
envolvida na atividade de execução penal tem em nosso planeta buscando. Desta forma,
desenvolver ações que visem a diminuição do gasto de recursos naturais. A
administração pública federal criou uma agenda ambiental própria com a finalidade de
diminuir o impacto ambiental de suas ações, o que hoje é utilizado em todos os níveis
da gestão. Dentro do contexto das instituições prisionais são poucas as ações que
demonstram preocupação ambiental, constituindo-se em ambiente que desenvolve
atividade que impacta em muito o meio ambiente. Averiguar a pegada ecológica dessa
instituição terá o mérito de demonstrar o gasto de recursos com essa atividade,
apontando os meios de diminuição de seu impacto no meio ambiente, favorecendo ainda
a melhoria do próprio ambiente prisional. O presente trabalho estimou a pegada
ecológica da Unidade Prisional por meio da conversão de gastos com energia elétrica,
alimentação e consumo de água em equivalentes de CO2. O resultado foi de 92.090,25
kg de CO2 lançado na atmosfera pelas atividades da Unidade Prisional de Ceres a cada
ano, o que representa uma média de 682,14 kg de dióxido de carbono emitido por
reeducando. Esse valor corresponde a um total de 92 hectares de floresta. | pt_BR |