| dc.description.abstract | Introdução: a esquizofrenia é uma das doenças do foro mental mais incapacitantes, não só para a pessoa em si, mas também para as pessoas da sua rede de relações sociais e familiares. Resulta numa grande alteração da personalidade, do pensamento, dos afetos e do sentido da própria individualidade, levando a pessoa a confundir a fantasia com a realidade e que geralmente conduz a modos de vida inadaptados e ao isolamento social. Objetivo: contribuir para a diminuição da ansiedade e reduzir o sentimento de culpa em relação ao transtorno. Percurso metodológico: trata-se de um estudo de natureza bibliográfica do tipo revisão integrativa da literatura dos últimos dez anos, realizada na plataforma SciELO e Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), onde encontram-se outros bancos de dados, a saber: LILACS, IBECS, BDENF e MEDLINE. Utilizando os descritores “familiares cuidadores”, “esquizofrenia” e “saúde mental”. Resultados: após análise minuciosa dos artigos selecionados foram evidenciadas duas categorias neste estudo: Dificuldades de familiares cuidadores frente ao cuidado ao portador de esquizofrenia e a Reinserção social do portador de esquizofrenia.Considerações finais: esquizofrenia é um distúrbio que afeta a capacidade da pessoa de pensar, sentir e se comportar com clareza, desta forma de tratar, o cuidador passa a ganhar uma importância cada vez maior. Na maioria das vezes, a pessoa que realiza essa função não está preparada para exercê-la e nunca esperou assumir tal responsabilidade, tendo esses dados como base a enfermagem tem um papel primordial no tratamento de pessoas no que se refere a uma abordagem mais eficaz no processo familiar, na atenção ao paciente com esquizofrenia. | pt_BR |