| dc.description.abstract | INTRODUÇÃO: O envelhecimento é um fenômeno global e observa-se que há aumento significativo no envelhecimento da população brasileira nos últimos anos (BRITO et al., 2013; MIRANDA; MENDES; SILVA, 2016). Diante disso é evidenciando que a população idosa é a mais vulnerável a ter doenças quando comparada com as outras populações, tornando maior o uso de medicamentos nessa fase (ARRUDA; LIMA; RENOVATO, 2013). OBJETIVO: Evidenciar a prevalência de interações medicamentosas na população idosa a partir de uma revisão integrativa de publicações brasileiras no período de 2008 a 2018. METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. Realizada a busca de artigos na bibliotecas cientific Electronic Library Online (SCIELO) e Biblioteca virtual de saúde (BVS) na base dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) conforme os seguintes descritores em saúde: idosos, interação medicamentosa, reação adversa e fármacos. Aonde foi obtivo uma amostra com 20 final de 20 artigos. RESULTADOS: Surgiram quatro categorias: prevalência da polifarmácia na população idosa, prevalência de interações medicamentosa em idosos, evidencias das principais interações ocorridas e principais eventos adversos e Fatores relacionados com os profissionais da área da saúde. O papel dos profissionais de saúde frente as interações medicamentosas. Onde observou-se, conforme esperado, interações potenciais de gravidade considerável identificadas em pacientes da população idosa. CONSIDERAÇÕES FINAIS: É imprescindível que profissionais de saúde atuem de forma interdisciplinar com qualidade a saúde do idoso, com atenção redobrada a medicações, potencias riscos e eventos adversos aprimorando os conhecimentos e implementando ações preventivas para diminuição dessas ocorrências, sendo necessário a implantação de novos estudos para benefícios de conhecimento, conscientização para prática profissional. | pt_BR |