| dc.description.abstract | Introdução: No âmbito da clínica odontológica, o percurso e localização do
canal da mandíbula têm sido intensamente pesquisado devido às possíveis
variações anatômicas. Normalmente, este se apresenta como um único
conduto, porém podem estar presentes um segundo ou terceiro canal da
mandíbula denominados como canais acessórios, sendo utilizada a
nomenclatura de canais bífidos e trífidos respectivamente, podendo ser estes
uni ou bilaterais. Objetivo: o objetivo deste estudo foi avaliar as variações
anatômicas do canal da mandíbula em radiografias panorâmicas em uma
amostra da população brasileira. Material e método: Foram selecionadas
1.000 radiografias panorâmicas de indivíduos de ambos os gêneros, com idade
superior à 18 anos, encaminhados ao serviço de radiologia odontológica, com
distintas finalidades, no período de janeiro de 2016 à janeiro de2018.A
interpretação das imagens aconteceu em ambiente e condições favoráveis
disponíveis no Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI) do Curso de
Odontologia do Centro Universitário de Anápolis (UniEvangélica). Resultado:
Neste estudo, foram observados 52,7% de canais altos; 15,8% de canais
intermediários; 23,1% de canais baixos, e 8,4% de canais com outras variações
das quais 6,2% são bifurcações do canal da mandíbula. Conclusão: Tomando
como referência a altura do canal da mandíbula, ocorreu maior incidência dos
canais altos do que os demais nas mulheres, sendo que não houve divergência
entre os gêneros com relação aos outros tipos e lados afetados. Na
classificação dos canais bífidos, não houve discordância estatisticamente
significante entre homens e mulheres. Concluiu-se que a maior prevalência foi
para canais sem bifurcação. | pt_BR |