influência da ansiedade no desempenho acadêmico no exame clínico objetivo estruturado (OSCE)
Date
2019-12-12Author
Ramos, Breno de Souza
Miranda, Perla Cristina Alves de
Silva, Priscilla dos Santos
Ferreira, Wysllan Fleury dos Santos
Metadata
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Objetivo: verificar a possível influência da ansiedade no desempenho do acadêmico no
exame clínico objetivo estruturado.
Métodos: Foram aplicados questionários pré-elaborados e validados aos acadêmicos no
início da realização do OSCE com perguntas objetivas a respeito de: nível de ansiedade,
auto percepção de preparação e expectativas de sucesso com relação à avaliação. A
amostra composta por 113 acadêmicos, sendo 68 do 1º (60,2%) e 45(39,8%) do 7º período
do Curso de Odontologia no segundo semestre do ano de 2018. Os dados coletados foram
inseridos em um banco de dados elaborado no software Statistical Package for the Social
Sciences®, versão 20.0.0 (SPSS, Chicago, IL).
Resultados: Foi observado que a maioria de ambos os grupos relatou estar ansioso mas
conseguia controlar a ansiedade (Grupo A: 53% / Grupo B: 42,2%) e sentia preparado para
a realização do OSCE (Grupo A: 82% / Grupo B: 71,1%). Com relação a forma de preparo, o
grupo A declarou que se preparou estudando durante todo o semestre letivo (35,5%)
enquanto o Grupo B, relatou estudar para as provas realizadas ao longo do semestre
(42,2%). Quanto a expectativa quanto ao resultado do OSCE 67,6% do Grupo A esperava
um desempenho regular.Já no Grupo B, 53,3% esperava alcançar um resultado baixo. Ao
comparar o desempenho final obtido na avaliação OSCE, 87,6% dos acadêmicos do Grupo
A apresentaram uma média regular (entre 50 e 75% de acertos) ou boa (acima de 75% de
acertos), o Grupo B apresentou 57,8% de desempenho baixo (entre 25 e 50% de acertos).