| dc.description.abstract | Um dos grandes desafios enfrentados pelas cidades brasileiras é o descarte inadequado dos resíduos sólidos, pois, a destinação incorreta desses resíduos podem gerar graves consequências para o meio ambiente além de riscos para a saúde da população. Os tipos de descartes de resíduos mais comuns são os aterros controlados, os lixões, os aterros sanitários e as incinerações. O aterro sanitário é a forma mais correta e eficaz de descartar os resíduos, pois não causa danos à saúde pública e minimiza os impactos ambientais com sistema de drenagem que tratam o lixiviado e o biogás. Com o objetivo de encontrar soluções para os problemas de saneamento básico enfrentados pelo país, vem sendo realizado desde 2007 uma série de ações que culminaram com a criação da lei n° 12.305/2010 que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, e com a criação do Plano Nacional de Saneamento Básico. Uma das ações propostas por essa lei é a redução de resíduos gerados e a eliminação e recuperação dos lixões. Com essa iniciativa, os municípios precisam buscar alternativas para se adequarem pois, embora o prazo para cumprimento das metas estabelecidas tenha sido prorrogado, a grande maioria dos municípios brasileiros ainda tem um longo caminho a percorrer para se adequarem as exigências da lei. O presente trabalho faz uma análise da atual situação do descarte do lixo nas cidades de Jaraguá, Jesúpolis e São Francisco de Goiás, todas localizadas no estado de Goiás, propõe a criação de um aterro sanitário que atenda a demanda dessas cidades, diminuindo assim os diversos problemas causados pelos lixões existentes. | pt_BR |