ANÁLISE DOS SINTOMAS DE DEPRESSÃO EM ESTUDANTES DE MEDICINA DA UNIEVANGÉLICA
Date
2017-12Author
Paiva, Arthur Cavalcante Batista de
Junior, Fernando Martins Castanheira
Mota, Igor Camargos da
Alden, John Henrique Araújo
Borges, Murillo César da Costa
Metadata
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A pesquisa objetivou investigar a ocorrência e prevalência dos sintomas de depressão em
acadêmicos do 1º ao 8º período da faculdade de medicina da UniEVANGÉLICA. Trata-se de
um estudo transversal, descritivo, com abordagem quantitativa, realizado em Anápolis (GO)
na faculdade de medicina da UniEVANGÉLICA. A população é composta por acadêmicos do
1º ao 8º período do curso, cuja amostra foi de 384 alunos dos 506 matriculados nos períodos
analisados, que devidamente preencheram os critérios de inclusão e não se enquadraram nos
critérios de exclusão. Ao analisar os preenchimentos da escala de depressão de Beck, foram
avaliados 384 alunos. Foi encontrado uma prevalência de 43 acadêmicos com sintomas
depressivos moderados, e 17 com sintomas depressivos graves. Ao avaliar o segundo
questionário aplicado, a escala de reajustamento social de Holmes-Rahe, uma parcela menor
de 344 questionários pôde ser avaliado e demonstrou-se que, 71 deles possuíam risco
moderado de desenvolver algum problema de saúde e 41 possuíam probabilidade alta de
desenvolverem problemas de saúde. Assim, foi encontrado a porcentagem de 33.59% de
acadêmicos com sintomas depressivos moderados e graves, destoando do referencial teórico
pesquisado, em que supostamente a média foi 15% da amostra. A hipótese mais plausível para
explicar essa discrepância seria o método PBL de ensino utilizado no Centro Universitário de
Anápolis além de próprias variações naturais da população, como sexo e idade, que
possivelmente influenciaram nos resultados obtidos.