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dc.contributor.advisorMoreira, Humberto Graner
dc.contributor.authorSousa, CHRISSIA LORRANY TOCCHIO DE
dc.contributor.authorCastro, FELIPE JOSÉ AMARAL DE
dc.contributor.authorBarros, LAIANE PEREIRA
dc.contributor.authorHelou, MARIANA ABRAHÃO
dc.contributor.authorPaula, THAIS DE ANDRADE
dc.date.accessioned2018-10-18T01:18:45Z
dc.date.available2018-10-18T01:18:45Z
dc.date.issued2017-12
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/499
dc.description.abstractA avaliação pré-operatória é fundamental na predição do risco de eventos cardiovasculares. Entretanto, a demora da intervenção cirúrgica maior que 48 horas em pacientes com fraturas aumentam o risco de complicações e relacionam a significativa menor sobrevida, tornando-se imperiosa rápida avaliação e preparo pré-operatório. O objetivo desta pesquisa é avaliar se a estratificação do risco pré-operatório em pacientes submetidos à cirurgia de urgência ortopédica possui impacto no prognóstico destes. Foi realizado um estudo retrospectivo, observacional, de centro único, que incluiu avaliação de prontuários de pacientes com afecção ortopédica aguda admitidos em um hospital de referência para o trauma, e que requereram tratamento cirúrgico. Esses pacientes foram divididos em dois grupos, aqueles que tiveram estratificação de risco cirúrgico e aqueles que não foram submetidos à avaliação pré- operatória. Os grupos foram comparados quanto variáveis sociodemográficas, clínicas, antecedentes e os desfechos de complicações pós-operatórias. Foram analisados 552 prontuários, sendo o sexo masculino o mais prevalente (70,1%), com idade média de 54,59 anos (± 15,29), solteiros (63%), pardos (85,9%). No estudo 63% da amostra não foi submetida a avaliação do risco cirúrgico. O parecer cardiológico foi solicitado a pacientes mais idosos ou com mais comorbidades. Conclui-se que a avaliação cardiológica foi indicada apenas aos pacientes selecionados, enquanto uma grande coorte de pacientes com menor gravidade foi beneficiada com intervenção precoce apresentando menores taxas de complicações e menor tempo de hospitalização. Demonstrando que a ausência de estratificação de risco pré- operatório não teve impacto no desfecho clínico pós-operatório desses pacientes, corroborando as diretrizes nacionais e internacionais.pt_BR
dc.subjectComplicações Intraoperatóriaspt_BR
dc.subjectComplicações Pós-Operatóriaspt_BR
dc.subjectPeríodo Perioperatóriopt_BR
dc.subjectProcedimentos ortopédicospt_BR
dc.subjectIndicador de Risco.pt_BR
dc.titleIMPACTO DA AVALIAÇÃO DE RISCO PRÉ-OPERATÓRIO EM CIRURGIAS ORTOPÉDICAS TRAUMÁTICASpt_BR


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