| dc.description.abstract | O trabalho analisa os efeitos da água nas edificações, onde o contato e interação de fluidos com os materiais que compõem os imóveis originam numerosos casos de patologias construtivas, assim como faz o levantamento de materiais e métodos corretos para realizar a impermeabilização de uma obra, conforme normas técnicas e orientações de órgãos especializados. A patologia na construção compreende tanto a própria ocorrência como o estudo de como e porque ocorre, em situações que se têm diminuição ou perda no desempenho de parte ou do todo, quanto aos aspectos arquitetônicos, de estabilidade, utilização e durabilidade, considerando como base os parâmetros normais à que se foi projetado. A água é o principal reagente dos materiais utilizados do início ao fim da obra, sendo que após o término da construção, passa a agir de forma degradante não só por sua própria ação, mas também por ser um veículo de agentes químicos que passam a alterar a composição original de determinado componente. Desta forma, a impermeabilização surgiu e se desenvolveu com a busca de uma solução que prolongasse a vida útil global da construção, desenvolvendo métodos que pudessem isolá-la do contato com a água e suas consequências, onde produtos específicos de acordo com a aplicação geram a proteção contra a passagem de líquidos e vapores, ou mesmo que não bloqueie a passagem, direcione para locais desejados que não sofram deterioração. Nesse sentido, tem-se que a impermeabilização não é um processo opcional ou vantagem a ser adotada em uma obra, e sim como um componente indispensável e de utilização obrigatória a fim de que se possa garantir a qualidade final. Portanto busca melhorar a qualidade das edificações ao se fazer a impermeabilização correta, através de informações e da conscientização, principalmente por existir culturalmente a tentativa de economia nesta etapa, que por fim leva a prejuízos financeiros e desgaste na relação construtor-cliente. | pt_BR |