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dc.contributor.advisorCarvalho, Fabiane Alves de
dc.contributor.authorFeitosa, DÂMARIS HANNA VENÂNCIO
dc.contributor.authorPereira, FELIPE ZIBETTI
dc.contributor.authorRibeiro, LUCAS SILVA
dc.contributor.authorVaz, MARCOS AUGUSTO FERREIRA
dc.contributor.authorSiqueira, MURILO DE PAIVA
dc.contributor.authorLopes, PAULO VICTOR
dc.date.accessioned2018-09-20T23:02:10Z
dc.date.available2018-09-20T23:02:10Z
dc.date.issued2018-06
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/326
dc.description.abstractIntrodução: O sono é uma situação fisiológica complexa que ocorre periodicamente em seres humanos e cuja função é promover/facilitar a conservação de energia e função ecológica, o aprendizado e memória através de alterações na plasticidade cerebral e a atuação em processos restaurativos de componentes celulares. Objetivo: Avaliar o estresse e seu impacto na qualidade do sono e na sonolência diurna em estudantes de medicina. Métodos: Estudo quantitativo, observacional e descritivo, realizado no período de agosto a outubro de 2017, com estudantes do curso de Medicina de uma Instituição de Ensino Superior. Foram utilizados o Inventário de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp, o Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh e a Escala de Sonolência de Epworth. Resultados: Foram avaliados 426 estudantes, sendo 60,8% do 1º ao 4º período, 39,2% do 5º ao 8º período, 58,7% do sexo feminino e a média de idade foi de 20,83 anos. Na avaliação do estresse, observou-se que a maioria dos estudantes se encontra na fase de resistência. No que se refere à qualidade do sono, os acadêmicos apresentaram em sua maioria, uma qualidade de sono ruim, e a ocorrência de sonolência diurna excessiva foi predominante entre os acadêmicos de 1º a 4º período. Ao relacionar o estresse com a qualidade do sono, observou-se que nas fases de resistência e exaustão, 70,9% e 62,9% dos discentes, têm qualidade de sono “Ruim”, respectivamente. Na avaliação do impacto do estresse na sonolência diurna excessiva, houve relação entre a fase de alarme e de resistência, com a sonolência diurna excessiva. Conclusão: O estresse interfere na qualidade do sono e provoca ocorrência de sonolência diurna excessiva, sendo os acadêmicos do curso de medicina um grupo de risco para o desenvolvimento de diversos distúrbios do sono e/ou do humor.pt_BR
dc.subjectQualidade de vidapt_BR
dc.subjectSonopt_BR
dc.subjectEstudantespt_BR
dc.subjectMedicinapt_BR
dc.titleESTRESSE, QUALIDADE DO SONO E SONOLÊNCIA DIURNA EM ESTUDANTES DE MEDICINApt_BR


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