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dc.contributor.advisorAlves, Carla Guimarães
dc.contributor.advisorCarvalho, Fabiane Alves de
dc.contributor.authorNeto, ADI GONÇALVES XAVIER
dc.contributor.authorBorges, ALANNA OLIVEIRA
dc.contributor.authorNeves, DAYANE DA SILVA KEGLER
dc.contributor.authorBorba, LAURA AUGUSTA JUSTINO
dc.contributor.authorLeite, RENAN DA CUNHA
dc.date.accessioned2018-09-20T22:55:57Z
dc.date.available2018-09-20T22:55:57Z
dc.date.issued2018-06
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/324
dc.description.abstractIntrodução: A população, que antes padecia de enfermidades físicas e psicossociais subdiagnosticadas, via seus problemas serem amenizados com medicamentos mais simples e explicações nem sempre entendidas. O que se vê atualmente é o aumento da expectativa de vida da população idosa, e com ela, a promessa de um futuro iatrogênico. Os benzodiazepínicos (BZD), fármacos desenvolvidos na década de 1960, têm deflagrado relevância singular no tratamento de ansiedade, distúrbios do sono, convulsões e dependência de álcool até hoje. Porém, leva à dependência e outros eventos adversos, que foram discutidos no presente trabalho. Objetivo: Descrever a prevalência do uso de BZD em idosos no Hospital Dia do Idoso (HDI), na cidade de Anápolis-GO. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo e transversal realizado por meio de busca de informações em prontuários médicos acerca do uso de BZD por idosos, do sexo masculino ou feminino, com prontuários completos e devidamente registrados na unidade no período de agosto a novembro de 2017. A análise dos dados foi realizada por meio da descrição das frequências absoluta e relativa, considerando as características sociodemográficas, indicações clínicas, tipos de BZD prescritos e a prevalência de comorbidades. Resultados: A prevalência do uso de benzodiazepínicos foi de 16%, sendo o clonazepam o mais utilizado. Observou-se maior prevalência no sexo feminino, em casados e brancos. A principal indicação clínica foi como hipnótico e a principal comorbidade associada foi a hipertensão arterial. Conclusão: O uso de BZD foi considerado elevado entre os idosos, o que denota a importância de reavaliar as prescrições e acompanhar os efeitos adversos nessa população.pt_BR
dc.subjectUso de benzodiazepínicospt_BR
dc.subjectTerceira idadept_BR
dc.subjectFatores de riscopt_BR
dc.titlePREVALÊNCIA DO USO DE BENZODIAZEPÍNICOS EM IDOSOS NO HOSPITAL DIA DO IDOSO EM ANÁPOLIS-GOpt_BR


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