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dc.contributor.advisorCAMPOS, Rafael da Costa
dc.contributor.authorOLIVEIRA, Selma Cândida da Mata
dc.date.accessioned2026-07-09T23:06:56Z
dc.date.available2026-07-09T23:06:56Z
dc.date.issued2009
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23907
dc.description.abstractA atual realidade expõe muitas situações ao ser humano, como por exemplo, falta de emprego, falta de moradia, falta de oportunidades que possam levá-lo a conseguir sobreviver sem passar por tantas dificuldades.São muitos os órgãos e entidades que se unem como o mesmo propósito, ou seja, tentar minimizar as dificuldades das pessoas carentes que necessitam de ajuda, e esta ajuda não é somente no que diz respeito à moradia e alimentação, mas também de uma palavra de conforto de segurança.Estou admitindo que, como a fome e a desnutrição falta de moradia, o analfabetismo, as doenças, o alto índice de mortalidade infantil e a baixa expectativa de vida, a pobreza absoluta é uma coisa ruim. E também sou da opinião de que os ricos têm o poder de diminuir a pobreza absoluta, o que podem fazer sem ter de sacrificar qualquer coisa de importância moral comparável... Temos uma obrigação de ajudar os que se encontram na miséria absoluta, uma obrigação não menos forte do que a que nos leva a impedir que uma criança se afogue num lago. Não ajudar seria errado, seja ou não intrinsecamente equivalente a matar. Ajudar não é, como se costuma pensar, um ato caridoso, digno de ser praticado, mas do qual não é errado eximir-se; é uma coisa que deve ser feita por todos. (Peter Singer, ano, p. ).pt_BR
dc.subjectFalta de empregopt_BR
dc.subjectFalta de moradiapt_BR
dc.subjectFalta de oportunidadespt_BR
dc.titleENTIDADES FILANTRÓPICAS: UM ESTUDO DE CASO DAS ENTIDADES FILANTRÓPICAS DE RUBIATABApt_BR


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