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dc.contributor.advisorSantos, Andreia Moreira da Silva
dc.contributor.authorSantos, Amanda Soares
dc.contributor.authorSantos, Anna Victória Borges dos
dc.contributor.authorMagalhães, Camila Fernandes
dc.contributor.authorVieira, Clara Quaresma
dc.contributor.authorPaulo, Guilherme Victor Castro de
dc.contributor.authorVitória, Ulric Araújo
dc.date.accessioned2026-06-22T17:33:15Z
dc.date.available2026-06-22T17:33:15Z
dc.date.issued2026-06-19
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23690
dc.description.abstractO uso de telas na primeira infância (0–6 anos) tem sido relacionado a alterações na regulação emocional, processo central para a expressão e controle de sentimentos. Esta revisão sistemática (PROSPERO: CRD420251029803) teve como objetivo analisar como o tempo de exposição a dispositivos digitais interfere na modulação emocional na primeira infância. Foram realizadas buscas nas bases LILACS, MEDLINE/PubMed, Scopus e Web of Science, utilizando descritores no DeCS/MeSH e operadores booleanos. Incluíram-se estudos originais dos últimos cinco anos, que mensuraram o tempo de tela e avaliaram indicadores de regulação emocional em crianças sem transtornos de neurodesenvolvimento. A seleção seguiu o fluxo PRISMA 2020, com análise de qualidade pelo sistema GRADE, conduzida por revisores independentes, com resolução de discordâncias por um terceiro. Foram incluídos sete estudos, totalizando 5.581 crianças, que investigaram a exposição ao tempo de tela e sua associação com múltiplos domínios do desenvolvimento infantil. Os desfechos abrangeram dificuldades emocionais e comportamentais totais, sintomas de hiperatividade e desatenção, controle esforçado, raiva/frustração e funções executivas. A meta-análise revelou uma associação estatisticamente significativa entre o aumento do tempo de exposição às telas e prejuízos no desenvolvimento global e emocional (estimativa combinada de 0,28 (IC 95%, 0,07 a 0,49; p = 0,008), não havendo heterogeneidade estatística entre os estudos incluídos (I² = 0%; Q = 0.941; df = 8; p =0,999), evidenciando alta consistência e robustez dos resultados (Fail-Safe N; p = 0,003). Os achados indicam que o uso de telas está associado a prejuízos na autorregulação e adaptação comportamental e a uma maior reatividade emocional, com evidências de que exposições prévias e não mediadas pelos cuidadores podem impactar o desenvolvimento emocional futuro, potencializando seus efeitos negativos. Conclui-se que o tempo de tela apresenta associação consistente com prejuízos na modulação emocional na primeira infância, reforçando a necessidade de intervenções que promovam o uso consciente das tecnologias e orientem as famílias sobre a importância da mediação parental para garantir um desenvolvimento socioemocional saudável.pt_BR
dc.subjectTempo de telapt_BR
dc.subjectCriançapt_BR
dc.subjectEmoçãopt_BR
dc.subjectRegulação emocionalpt_BR
dc.titleRelação entre o uso de telas e autorregulação emocional na primeira infância: uma revisão sistemática e metanálisept_BR


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