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dc.contributor.advisorTrindade, Andrei Machado Viegas
dc.contributor.authorMORAIS, ADRYAN TYRONE ALVES DE
dc.contributor.authorSANDES, ENZO BOAVENTURA
dc.contributor.authorREZENDE, LEONARDO PINHEIRO
dc.contributor.authorMARINHO, MARIANA BESSA
dc.contributor.authorMACIEL, MATHEUS MACHADO
dc.date.accessioned2026-06-22T17:14:35Z
dc.date.available2026-06-22T17:14:35Z
dc.date.issued2026-06-19
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23686
dc.description.abstractA utilização de sensores inerciais é uma inovação que permite a avaliação da mobilidade, função e marcha de pacientes submetidos à artroplastia unilateral total de joelho para tratamento de osteoartrite avançada. Esta revisão sistemática (PROSPERO: CRD420251002284), conduzida conforme PRISMA, caracterizou o uso de sensores inerciais (IMUs) na avaliação da mobilidade, função e marcha em pacientes submetidos à artroplastia total do joelho (ATJ) unilateral por osteoartrite avançada. Realizaram-se buscas em PubMed, Embase, Web of Science e Scopus, sem restrição de data ou idioma. Dois revisores independentes selecionaram títulos/resumos e textos completos; o risco de viés foi avaliado pela versão adaptada (10 itens) de Downs & Black. Vinte e um estudos transversais foram incluídos, totalizando 758 pacientes pós-ATJ e aproximadamente 210 controles saudáveis. Os estudos utilizaram de 1 a 15 sensores, com posicionamento frequente em região lombar/pelve, e protocolos heterogêneos (caminhadas de 6–40 m, esteira, circuitos e monitoramento em ambiente real/free-living). Os desfechos mais reportados foram parâmetros espaciotemporais (velocidade, cadência, comprimento do passo, tempos/fases) e cinemáticos (principalmente ângulos de joelho e movimentos de pelve/tronco). Em estudos que compararam IMUs à captura óptica de movimento (padrão-ouro), foram relatados erros angulares <5° para ângulos do joelho; para muitos parâmetros espaciotemporais, a confiabilidade tipicamente excedeu ICC>0,85. Não foram identificados estudos que estratificassem resultados por desenho/tipo de implante. Conclui-se que IMUs são ferramentas válidas e versáteis para avaliação funcional pós-ATJ, porém a heterogeneidade metodológica limita comparações diretas; a padronização de protocolos e estudos sobre impacto do desenho protético são prioridades.pt_BR
dc.subjectArtroplastia. Joelho. Reabilitação. Sensor.pt_BR
dc.titleO uso de sensores inerciais na monitorização biomecânica de pacientes submetidos à artroplastia de joelho: uma revisão sistemáticapt_BR


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